Glória – (Re)Nascido (2012)

Origem: Brasil
Gêneros: Metalcore, Pós-Hardcore, Screamo
Gravadora: Independente

Nessa última Quarta-Feira (23/05/2012) a banda paulista Glória, que recentemente saiu da Universal Music na qual pertenceu por três anos, lançou pela internet o seu quarto álbum de estúdio, (Re)Nascido, contendo 11 faixas e uma duração por volta dos 38 minutos. A atual maior banda do gênero Metalcore brasileira nesse disco foi composta por Mi Vieira (vocalista dos berros e guturais), Elliot Reis (guitarrista e vocais limpos), Peres Kenji (guitarrista), Johnny Bonafé (baixista) e Eloy Casagrande (baterista). Esse último saiu da banda e agora está na lendária banda brasileira Sepultura e nas turnês está sendo substituído por Ricky Machado.

Como o nome do disco da essa ideia da banda (re)nascer, é esperado que a banda tome novos caminhos musicais. Bom, não é bem isso que encontramos em (Re)Nascido. Encontramos aquele peso característico das bandas do gênero e os vocais limpos bem “inocentes”, algo que você pode encontrar nos outros discos da banda. A diferença que podemos dizer que existe deste Glória para o do passado pode ser visto no conteúdo lírico e, quem sabe, no peso das  mais novas composições do grupo paulista. Apesar de não considerar o conteúdo lírico como eu considero outras coisas nas minhas avaliações, eu preciso que dizer que eu odiei as letras de (Re)Nascido. A banda, conhecida pelas letras mais “emo, porém raivoso”, aqui despejou uma temática que está mais para superação de problemas e da vida (o que de certa pode ser considerada “emo, porém agressivo”, dependendo da execução. Bom, a ideia é aceitável e poderia ser executada muito bem, mas o Glória não mandou muito bem nesse quesito. A falta de rimas, o não uso de métrica e palavras cultas em canções onde possui palavrões e termos urbanizados que fariam mais sentido em uma música do Emicida, ou até em um Funk Carioca, deixam a desejar. Mas vamos ao conteúdo principal, as músicas.

O disco inicia com “Bicho do Mato”, com sua introdução de percussão até chegar numa porrada sonora com bons riffs explosivos e uma bateria demolidora de Eloy. Mas quando Mi começa a “cantar”, deixa a música menos interessante. Para ser honesto, não sou muito fã de seus guturais, mas aqui em (Re)Nascido eles não são ruins, só não me agradam e não acho que combina com o peso que a banda propõe em boas partes de seu repertório e eles acabam aparecendo arrotos agressivos. O refrão, cantado por Elliot, deixa as coisas mais agradáveis e até bons, mas inefetivos. O motivo disso é que a delicadeza que ele tenta colocar naquela onda sonora de porradaria não encaixa e, principalmente, não soa urgente, ao ponto de que aquela passagem realmente precisasse daquele tipo de voz.

Mas o que mais prejudica o álbum, ao ponto de dar desgosto, vem da parte da produção e mixagem. E sim, eu sei que o disco é independente, mas isso não justifica o embolamento encontrado no álbum. O baixo, em todas as músicas, é apagado pela altura da bateria e da guitarra, que as vezes chegam ao ponto de prejudicar os vocais. O disco produzido pela banda junto com João Millet, que também mixou o disco e teve um solo de guitarra em “É Tudo Meu”, e o que posso dizer nesse quesito é como algumas passagens foram estragadas. Na já citada “É Tudo Meu”, tem um solo de guitarra que acaba “comendo” a voz de Mi, tornando quase inaudível. E olha, vendo no que ele cantaria, valeu a pena. Colocar Inglês na música foi de um nível desnecessário e até tosco. E não é só em “É Tudo Meu” que a produção prejudica. “Pétalas” tem uma guitarra no fundo de uma camada sonora, que no fim parecem duas músicas diferentes ao invés de uma só. O melhor momento do disco também acaba sendo estragado. Em “Presságio”, temos um violino na introdução que reaparece antes, durante e após o terceiro refrão, que muito bom mas que não teve sucesso, pois foi esmagado pelas diversas camadas sonoras altíssimas que acabam apagando seu potencial máximo e também não recebendo o destaque merecido por causa de outro problema do álbum: a duração das faixas.

A média das músicas não chegam a 4 minutos, e elas acabam não sendo desenvolvidas até o seu máximo. A banda opta por não querer arriscar em solos mais longos e as vezes tenta casar solos de guitarra (que são bons) com vocais, que acabam não funcionando e embola tudo, como se quisesse diminuir a duração das coisas para deixar-las mais acessíveis para o público.  Outro casamento falho é os vocais limpos com os guturais ou até com outros vocais limpos. Na última faixa, “Horizontes”, uma balada com muita influência de Pantera que até encerraria o disco bem senão fosse pelo seu fraquíssimo encerramento, tem a participação de Lucas Silveira da Fresno e seus vocais só são notáveis se você conhece a voz do cara e seus gritinhos agudos, além claro dos guturais que ocorrem durante o refrão que soam totalmente inúteis e poluentes. O disco está cheio de faixas que se tivessem uma duração maior e um desenvolvimento melhor, poderiam sair privilegiadas, como “A Arte de Fazer Inimigos”, a já citada “Presságio”, “Só Eu Sei”, “Desalmado”, “Renascido”, “Grito” e “Sangue”… Em outras palavras, todas as músicas do álbum.

O que (Re)Nascido tem de bom? Alguns riffs, solos de guitarra e uma linha bateria consistente e não é um disco com canções esquecíveis. Mas o lado que pesa mais aqui é o negativo. São 11 canções com um desenvolvimento fraco e curtas demais e, principalmente, uma produção e mixagem ao ponto de serem chamadas de lixo. A banda pode ser boa e ter talento, mas suas composições acabam ficando empobrecidas pela falta de criatividade de certos riffs que lembram de bandas como Trivium, All That Remains, Bullet For My Valentine e As I Lay Dying, sem falar do conteúdo lírico nada bom. No fim das contas, o Glória precisa (re)nascer mais algumas vezes se quiser realmente lançar um bom trabalho de estúdio. Caso queria conferir, clique aqui e faça o download no site oficial da banda. Por mais que o LP possua seus problemas, a banda merece uma chance. É pesado, é rápido, e se você gosta de guturais, vale a pena arriscar e talvez você goste. É só ouvindo que você saberá.

Eyes Set To Kill – The Best Of ESTK (2011)

Origem: Estados Unidos
Gêneros: Metalcore, Pós-Hardcore, Screamo
Gravadoras: Foresee, Maphia Management

Mais uma banda da nova onda do metalcore, o ESTK (usarei a sigla porque sou preguiçoso) lançou em 2011 o álbum White Lotus, primeiro com o novo vocalista da banda, Cisko Miranda. E no mesmo ano saiu esta coletânea (sem o Cisko, aqui os gritos são encarregados pelos ex-vocalistas, Brandon Anderson e Justin Denson, cada um dependendo da canção), logicamente, uma escolha entre as “melhores” músicas, entre aspas pois é algo pessoal de cada um escolhas entre melhores e piores. O ESTK possui como grande líder a vocalista Alexia Rodriguez, bom vamos à músicas.

Abrimos com ‘Darling’, temos os 10 primeiros segundos bem tensos, Brandon Anderson parece querer dá uma de “badass”. A canção não é ruim, mas não chega a ser algo bom realmente, apenas regular, gosto da voz da Alexia, é uma boa cantora, apenas um pouco enjoadas em partes que ela tenta “chorar” nas músicas, mas é um dos destaques da banda. ‘Darling’ segue com um enorme breakdown, naquele espaço “vazio” poderia preencher com algo mais interessante, mas adolescentes tão badass quanto Brandon Anderson devem gostar. Os screamos deslocam as canções, se você gostar de algo sem noção e de metalcore, pode até curtir, mas na maioria das faixas o clima que Alexia e a banda (que não é ruim, o álbum possui bons riffs e o grande destaque, a bateria, com bases boas também) é quebrada por partes no-sense de gritos. E não, screamos não me agradam, mas não crítico só por isso, eu gosto de ESTK em partes, e o que me afasta de ouvir a banda é que não souberam juntar as suas influências, não estudaram o suficiente para ver o que fica bom ou não, minha opinião, o que faz genérico e apenas mais uma banda de screamo ou metalcore.

Você pode ouvir uma canção (talvez ’Broken Frames’), se gostar não vai se arrepender de ouvir o CD, em boa parte ele é do mesmo jeitão, o instrumental mesmo parecendo limitado faz um bom trabalho, a voz da Alexia é agradável na maioria das vezes. Para uma coletânea, a ordem das músicas deixaram a desejar, as canções mais agitadas fazem parte da primeira metade do disco, e as baladas, deprês e etc são a “segunda metade”. E essa última parte é mais agradável, sem o deslocamento musical que gritos no-sense levam, mostra o potencial da banda. Apenas detalhes que não gostei foi a pitada de influência de música eletrônica, não “combinou” nas canções em que está presente. E também a falta de destaque que o baixo de Anissa Rodriguez, irmã de Alexia, teve. Resumindo, é uma banda simplória, mas não ruim, tem bastante coisas a melhorar e que vão exergar com o tempo, boas inspirações seriam bandas como Lamb Of God e Trivium.

Attack Attack! – This Means War (2012)

Origem: Estados Unidos
Gêneros: Metalcore, Screamo, Eletrônica
Gravadora: Rise

Como você acha que funciona uma mistura entre Metalcore, Screamo e a Música Eletrônica se sai? Se você pensar em algo positivo dessa mistura, você vai ser jogado no chão com a mesma velocidade de um meteoro caindo no planeta Terra na época dos dinossauros. Attack Attack! tenta ser diferente e criativa, mas esta junção de gêneros faz com que as canções sejam de gosto duvidoso, mas muito duvidoso mesmo (e não tem criatividade alguma em um som desses, acredite em mim). A banda, que então é composta por Caleb Shomo (vocais, programação, teclado, sintetizadores e guitarra adicional), Andrew Whiting (guitarra), John Holgado (baixo) e Andrew Wetzel (bateria e percussão), apesar de melhorarem sua música se compararmos com esta atrocidade, ainda é decepcionante. As vezes os momentos pesados são bons, apesar de comuns e repetitivos, outros são ridículos graças a voz do vocalista, que decide fazer seus gritos mais agudos (com exceção de alguns momentos), pois assim ele poderia transferir com facilidade seus vocais limpos e “sujos” e assim não iria precisar de outro vocalista nas turnês, e que no fim, soa horrível! Horrível mesmo!

Do lado positivo, temos refrões bacanas cantados por Caleb, limpos e com um toque eletrônico, um baixo marcante aliado a uma cozinha consistente, riffs pesados e a falta de baladas no disco deixa interessante. Por outro lado, tudo soa péssimo. Com uma agressividade plastificada e uma profundidade lírica (e musical) equivalente a de um pires, This Means War é um disco estranho e como já disse, ruim. Entretanto tem ótimos momentos em suas dez faixas, em especial os com o uso da Música Eletrônica. O grande problema é que a falta de conciliação do som. Se a banda decidisse entre a Eletrônica e o Metalcore, as coisas seriam muito melhores. Graças a esta desgraça, várias músicas interessantes ficaram uma bela porcaria. As 10 faixas (todas começando com “The”, por incrível que pareça) são estragadas pelo uso pobre dos gritos e berros de Caleb, que canta bem nos refrões. Mas se quiserem misturar o Metal, sem problemas, alguns momentos ficaram bacanas, outros, ridículos, justamente por causa dos gritos e do Metal bruto que não encaixa no som. E para não dizerem que eu não comentei as canções de maneira apropriada, basta ouvir as introduções de “The Motivation” (que no vídeo abaixo terá sua introdução incompleta) e “The Wretched” para vir na sua cabeça Evanescence e outras bandas com um som mais chegado ao Pop, e é feito de uma maneira tão porca que parece plágio, mesmo realmente não sendo. E essas são as mais diferenciadas, que no seu decorrer evolui no som chato e repetitivo da banda. O restante começa e termina do mesmo jeito.

Então, você irá arriscar 36 minutos preciosos de seu tempo nesse lixo de música? Eu espero que não. O disco possui mais coerência que nos seus antepassados, e melhorou. Mas ainda é muito ruim. Se a banda foca-se em apenas uma influência direta, as coisas seriam muito melhores (ou piores). O que posso dizer é que temos 10 músicas (que como já disse possui em seus títulos “The” no início, demonstrando uma criatividade enorme) que poderiam ser muito melhores, mas devido a incoerência musical, temos outra porcaria no mercado industrial. Se você gosta disso e tem orgulho de ouvir essa banda, recomendo horas de tratamento mental ou um pulo no precipício mais próximo da sua região. E eu estou falando da maneira mais séria possível. Agora, se você tem noção do que presta, sabe que This Means War é presente de grego filho da puta.

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Escape The Fate – This War Is Ours (2008)

Origem: Estados Unidos
Gêneros: Pós-Hardcore, Pop Punk, Metal Alternativo, Hard Rock, Screamo
Gravadora: Epitaph

Em seu segundo disco de estúdio, Escape The Fate lança um disco não muito pesado e não muito melódico, segundo o baixista e também vocal de apoio Max Green. A banda composta por Bryan Money (guitarrista, tecladista e vocais de apoio), Robert Ortiz (baterista, percussionista e vocais de apoio) e pelo vocalista novato Craig Mabbitt (que substituiu Ronnie Radke, que cantou no primeiro álbum da banda, Dying Is Your Latest Fashion, e agora é atual vocalista e fundador da banda Falling In Reverse), faz parte de um novo movimento na cena “metálica” mundial junto com outros grupos como Black Veil Brides e outros mais antigos e nem tão antigos, que seria aquelas garotos com jeitinho emo mais que quando pegam no microfone dão gritos, berros e gemidos praticamente inaudíveis o que querem dizer, influenciado por bandas como Linkin Park (sim) e outras mais extremas como o lendário Pantera e outras de Metalcore, uma das origens do grupo. Estranhamente esse disco nem tem muito disso.

Começa com “We Won’t Back Down” e honestamente peço perdão pelo o que vou dizer, mas que voz de merda é essa do vocalista? Você tá cagando ou tá cantando assim porque te pediram, seu bosta? A voz do cara consegue estragar uma faixa empolgante com riffs e solos muito Hard Rock. Tirando essa faixa, o vocalista canta bem nas outras, ou melhor dizendo, decente. Não estraga como estragou nessa! Péssimo começo e nem deveria estar no disco. A próxima faixa, “On To The Next One” é quem deveria começar o álbum, com sua intro empolgante e bem feita. Mas depois fica uma coisa tão sem sal que nem dá pra curtir faixa. Fica apenas na introdução nela, mesmo. Faixas como “Ashley” e “Something” soam como “Pop Punk para macho”. Aqui o lado melódico da banda aparece e não é tão mal assim… Mas não empolga e nem conquista o ouvinte.

Quando começa “The Flood”, sentimos um retorno ao estilo das duas primeiras faixas, aquela previsibilidade toda e minha desconfiança sobre os gritos e berros até que na segunda metade da faixa ouvimos pela primeiras vez gritos, o que chamam atenção, pois foi de certa forma inesperado, o que é bom. O ruim é que os gritos foram uma bela porcaria. Só não supera o lixo que o vocalista do Limp Bizkit, Fred Durst, faz em algumas faixas na sua banda, que chega a soar ridículo. É interessante a canção, e só. “Let It Go” é uma mistura de Pop Punk com Hard Rock, enquanto “10 Miles Wide” é totalmente Hard Rock e uma das melhores do disco também, com participação especial de Josh Todd da banda de Hard Rock Buckcherry. Duas faixas animadinhas que você tem certeza que a banda em si até que a boa, tem momentos interessantes e outros bem ridículos, como na já citada “We Won’t Back Down”, mas que peca na falta de criatividade e de ousadia.

“You Are So Beautiful”, apesar do nome, junto com “Ashley”, tem tudo para serem baladas, mas não são meras baladas. Sobre a dona de uma letra babaca, “You Are So Beautiful” praticamente homenageia James Blunt e a sua canção “You’re Beautiful” liricamente, mas musicalmente é um Hard Rock que evoluiu em um screamo do capeta, com Craig gritando igualmente ao Fred Durst. Dá pra ver que a influência é uma bela merda. “This War Is Ours (The Guillotine Part II)” começa com riffs pesados e rápidos, e pela primeira vez no álbum, o gritos que começam a faixa, e até que são bem feitos nessa canção que pode ser considerada a segunda melhor. É empolgante, raivosa, apesar de ter um momento leve que deveria ser retirado, mas que apesar de tudo não estraga a faixa. Possui um breakdown final que só tem na última faixa do álbum, que depois irei falar melhor. Sobre o breakdown, isso faria a banda Metalcore, mas como só tem dois breakdowns no álbum e sendo apenas um de Metal, porque considerar a banda de Metalcore neste lançamento.

Após tudo isso, temos a grande balada do disco, “Harder Than You Know” é uma canção tão emotiva que chega a ser boba. A interpretação do vocalista consegue estragar a música na sua primeira metade, já na segunda metade a banda se encaixa na voz do homem, como aconteceu na balada “Should’ve Listened” da banda canadense Nickelback, onde Chad Kroeger faz uma interpretação feia e equivocada com sua voz forte, marcante e muito limitada e a banda é quem tem que encaixar nele. É uma balada que fica naquele nível “Untitled” do Simple Plan. Para encerrar esse “adubo”, temos uma salvação, “It’s Just Me”. Uma música muito diferente e imprevisível e que contradiz o que eu disse sobre a banda lá cima, que falei que ela não era criativa. Nessa canção a banda é criativa e muito interessante, Craig faz uma interpretação muito interessante com sua voz, e com sons que provavelmente são de flautas, kisanji, trompa e charango e tem até um, já citado anteriormente, breakdown desses instrumentos no final, que é sensacional, enriquecendo não só a faixa, mas o álbum todo. Pena que só nessa faixa a banda surpreende no que apenas soa uma brincadeira de estúdio.

Em conclusão, podemos notar que Escape The Fate neste álbum é uma boa banda, tendo alguns momentos bem criativos  outrora comuns, mas que principalmente, a banda sofre pela falta de direcionamento musical, o que custou um lançamento medíocre e quase ordinário. Temos faixas que não combinam com disco, como “It’s Just Me” e “This War Is Ours (The Guillotine Part II)” e uma grande mistura de gêneros musicais que no fim fica tudo embolado e mal feito. Tem bons momentos e interessantes, mas tem muita porcaria nesse disco também. Por vias das duvidas, escute apenas “It’s Just Me” se você quer ser surpreendido, “This War Is Ours (The Guillotine Part II)” se você gosta de Metalcore e “10 Miles Wide” se você é fã de Hard Rock.