Hatebreed – The Divinity of Purpose (2013)

Hatebreed - The Divinity of Purpose
Origem:
Estados Unidos
Gêneros: Metalcore, Hardcore Punk
Gravadoras: Razor & Tie, Nuclear Blast

The Divinity of Purpose é o sexto álbum da pioneira banda de Metalcore vinda de Connecticut, o Hatebreed. Misturando um Hardcore Punk com Crossover Thrash, o grupo já fez muitos trabalhos interessantes, e irei falar hoje de seu último lançamento. Com um som agressivo durante pouco mais de meia hora de álbum com doze músicas que duram entre dois e três minutos, a banda cumpre a proposta prometida: um som porrada, ora agressivo, ora melódico.

O disco inicia bem no Metalcore com “Put It to the Torch”, e desta em diante vai alternando entre o Metalcore e o Hardcore Punk, trazendo um trabalho bastante interessante. O Hatebreed é uma das poucas bandas da cena Metalcore que realmente faz música boa, e não aquele som do Asking Alexandria que é apenas um berreiro irritante, apesar de que esta ainda tenha lançado alguma coisa interessante em seu último álbum, mas como o foco aqui é o Hatebreed, vamos continuar.

O álbum traz faixas boas e algumas até envolventes, tais como a já citada “Put It to the Torch”, “The Language”, “Before the Fight Ends You”, a faixa-título e mais outras. Não é um álbum com muitas faixas e o som das músicas é sempre mais do mesmo, mas isso não o torna um álbum ruim. Na verdade, eu acho que é um dos melhores álbuns de Metal que já ouvi neste ano.

Conheci a banda já faz algum tempo, mas fui ouvir o som dos caras há pouco mais de um mês, quando vi que foram confirmados para o Monsters of Rock (onde fizeram um ótimo show, diga-se de passagem). Por fim, tenho a dizer que The Divinity of Purpose é um álbum muito bom, não chega a ser um dos melhores da banda, mas ainda assim é ótimo, vale a pena dar uma conferida quem curte o gênero.

Sem título-19

Os cinco melhores shows do Rock in Rio 2013

Rock in Rio
Bom, um pouco atrasado, resolvi fazer um Top 5 da última edição do Rock in Rio. O maior festival da música brasileira nos deu uma boa dose de inferioridade ao festival de 2011. Mas, nem tudo foi negativo, tiveram shows ruins, shows medianos e alguns shows muito bons, os quais eu trarei para vocês nesta resenha. Venham comigo para conferir clicando na continuação.

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