Linkin Park – A Thousand Suns (2010)

Origem: Estados Unidos
Gêneros: Rock Industrial, Rock Experimental, Rap Rock
Gravadora: Warner Bros.

Tá, A Thousand Suns não é um álbum de new metal e não era o som que o Linkin Park estava acostumado a fazer, isso todos mesmo os que não acompanham a banda sabem (meu caso). Vamos apenas analisar o A Thousand Suns, e não a vida passada da banda. Nesse último lançamento até então, a banda decide seguir um novo caminho, saindo da mesmisse, se o resultado foi bom ou ruim, vamos tentar saber agora.

Aqui os caras fizeram um trabalho arriscado, já que não tinha feito nada parecido com isso antes, temos o exemplo do Pain Of Salvation e seu EP Linoleum, aonde é apenas um “rascunho” para o que foi Road Salt One, e melhorado em Road Salt Two, já nesse caso não teve rascunhos, não visíveis, mas um grande ponto positivo para o Linkin Park foi que junto com eles estava Rick Rubin, o famoso produtor, adorado por muitos, odiados por muitos outros. Em A Thousand Suns, a banda se jogou para o lado pop, prova disso é a dedicação que teve em fazer sons de fundo, substituindo o peso do metal. E nesses sons foi um dos pontos que a banda mais se arriscou, o disco está cheio de introduções, já começa com duas seguidas. Ficaram bacanas e bem feitas, nada que o U2 não tenha feito em No Line On The Horizon em 2009, um ano antes de A Thousand Suns, mas a comparação seria um pouco injusta, considerando o tanto de tempo na estrada que o U2 está fazendo este tipo de som.

As canções na sua maioria são baladas aonde temos um Chester “xoxo” e murcho, e algumas aonde Shinoda tenta ser o rapper badass do pedaço, grande exemplo é ‘When They Come For Me’. Na parte das baladas, elas são regulares para boas, sendo a melhor a última faixa do disco, ‘The Messenger’, aonde Chester manda uns vocais rasgados interessantes. E na parte de Shinoda soa até esquisito e genérico, a fusão de U2 com Kanye West não deu lá muito certo. Temos também a parte mais agitada e lembrando o antigo Linkin Park, com ‘Blackout” e ‘Wretches And Kings’, mas depois disso parece que a banda entrou em depressão outra vez e manda a progressão para a lata de lixo. É um disco que cansa o ouvinte, soa repetitivo e não dá “gosto” de ouvir, a não ser que você force a audição uma quarta ou quinta vez, ai você pode se indentificar melhor com o CD, e entender melhor ele, mas nesse arriscado lançamento do Linkin Park, mesmo tendo sons legais e bons momentos, também tem vocalistas brochantes e músicas esquecíveis.

1 – The Requiem

2 – The Radiance

3 – Burning In The Skies

4 – Empty Spaces

5 – When They Come For Me

6 – Robot Boy

7 – Jornada Del Muerto

8 – Waiting For The End

9 – Blackout

10 – Wretches And Kings

11 – Wisdom, Justice And Love

12 – Iridescent

13 – Fallout

14 – The Catalyst

15 – The Messenger

Um pensamento sobre “Linkin Park – A Thousand Suns (2010)

  1. Valeu pela resenha!😀
    Eu gosto muito do álbum, gosto da forma como misturaram os sons e diferentes gêneros. A única faixa que não gosto é “Robot Boy”, prefiro até as faixas intro do que elas.

    O que acho interessante é que a banda usou vários recursos tecnológicos nas músicas, e consegue fazer exatamente a mesma coisa nos shows, não precisando de um “CD tocando” no fundo.

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