Adrenaline Mob – Omertà (2012)

Origem: Estados Unidos
Gênero: Heavy Metal, Hard Rock, Metal Alternativo
Gravadora: Elm City Music, Century Media

Em 27 de Janeiro deste ano eu publiquei uma resenha sobre o EP auto-intitulado do Adrenaline Mob (na qual você pode conferir clicando aqui), nova super banda do senhor baterista Mike Portnoy, e que teve o monstro Russel Allen nos vocais, o virtuoso guitarrista, que quando está entediado frita ovos, Mike Orlando, e, agora ex-integrantes, a loira do Tchan, Rich Ward, e a morena do Tchan Paul DiLeo, ambos da Fozzy, banda liderada pelo carismático lutador, vocalista e dançarino Chris Jericho. Alguns ficaram com uma certa expectativa negativa do que viria com este disco, e o principalmente motivo disso foi o EP, que não trazia nada novo e não era nada que os fãs do Progressivo queriam ouvir, seja pelo peso excessivo ou simplesmente por acharem uma desgraça. Mas isso impede de ser um bom disco?

As partes chaves da resenha publicada dia 27 de Janeiro deste ano foram esta “(…) as canções são belas porradas sonoras, apesar de não serem extremamente originais, ainda assim são músicas para balançar a cabeça fortemente. Baixo marcante de Paul, linhas da dupla de guitarra bem pesadas, um Portnoy mais contido e um forte presença na voz explosiva de Russel, que apesar de as vezes soar repetitiva sua interpretação, encaixa com a intenção do som. Os solos de Orlando são bem “fritados”, em outras palavras, se você gosta de técnica exagerada acima daquele “sentimento”, isso vai te agradar facilmente. (…)” e esta “(…) Se tem defeitos? Claro. Solos exagerados e apresentam uma faceta mais barulhenta do que técnica (as vezes soam como tentativas de estupro a pobre guitarra) e uma linha de bateria bem conformada de Portnoy, e quem conhece o cara sabe que ele faz algo muito melhor, mas ainda sim é um bom lançamento. (…)”.

É incrível como o que eu disse naquele dia serve para esse álbum (era óbvio demais). Você pode pensar que não vale a pena, mas apesar dos pesares, vale a pena conferir Omertà, disco de estreia oficial da banda. O peso é interessante, te deixa agitado e apesar de enjoar as vezes, dá para curtir. Os destaques ficam para os riffs e a poderosa voz do homem, Russel Allen. No final de “Undaunted”, a primeira faixa do disco, ele parece transmitir um orgasmo pela sua voz e soa sensacional. As faixas em destaque, além da já citada “Undaunted”, são “Indifferent”, a faixa de encerramento “Freight Train”, as baladas de macho “All On The Line” e “Angel Sky” e, claro, o ótimo cover de “Come Undone”, do Duran Duran, tendo participação especial de Lzzy Hale, da banda Hallestorm, nas linhas vocais, fazendo um lindíssimo dueto com Russel. Em outras palavras, todas as faixas que não estiveram no EP, que aqui ganham uma nova roupagem na mixagem (ficando até melhor). É um bom disco, mas os erros do EP mantem-se aqui e transmitem por quase todas as faixas e impede de terem uma nota mais elevada. Recomendado se você quer apenas ouvir algo pesado sem pretensão alguma.

1 – Undaunted

2 – Psychosane

3 – Indifferent

4 – All On The Line

5 – Hit The Wall

6 – Feelin’ Me

7 – Come Undone

8 – Believe Me

9 – Down To The Floor

10 – Angel Sky

11 – Freight Train

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