Lamb Of God – Resolution (2012)

Origem: Estados Unidos
Gêneros: Groove Metal, Metalcore
Gravadora: Epic, Roadrunner

O Lamb Of God é uma das bandas atualmente mais bem falada, uma das esperanças do Metal hoje em dia para muitos, tendo em seu som característica um metal extremo e riffs muito bem feitos e poderosos. O grupo lembra o Pantera, só que menos criativo e técnico (e que caía entre nós, ser mais criativo e técnico que o Pantera é algo muito, mas muito difícil, ainda mais no gênero que a banda pertencia),  sendo mais pesado. Os fãs da ex-banda do quarteto do Texas devem se animar com o som do Lamb Of God, lembrando ainda mais o obscuro The Great Southern Trendkill, só que mais direto. Muitos esperaram ansiosos para o lançamento deste álbum,então se você for um deles (ou um fã de metalcore), sigam-me os bons, e se você não for, eu o convido a acompanhar minha opinião, talvez você se interesse pela banda.

O grupo formado por Randy Blythe (vocal), Willie Adler(guitarra base), Mark Morton (guitarra solo), John Campbell (baixo) e Chris Adler (bateria) abre o seu novo lançamento mostrando toda sua agressividade, com um riff pesado e Randy Blythe gritando horrores. Straight For The Sun é a primeira faixa, e uma das mais curtas do disco, com 2 minutos e 10 segundos. Ela mostra bem o que vai ser o CD todo, amantes de riffs bem feitos, guitarras trabalhadas e pancadaria da boa vão gostar, e se você for um desses, as 6 primeiras músicas passará bem rápido, com destaques para Ghost Walking (que possuí um grande refrão) e The Number Six, uma das melhores do álbum.

Barbarosa é a faixa que divide o álbum, vamos dizer assim (é a sétima faixa, de um total de 14). Ela é a mais curta com 1 minuto e 37 segundos, e parece que só serve para dividir o álbum, mas não deixa de ser interessante, com o violão ditando  o ritmo. Voltamos para a pauleira com Invictus, outra ótima faixa, seguindo o peso do CD e um refrão que gruda na cabeça. Chega Cheated e você percebe que é um ótimo álbum, mas tem suas limitações, dá para viciar legal nele, tirando que o ouvinte mais exigente vai perceber que é um disco que as faixas soam parecidas em partes (o que bastante gente gosta, algo direto e de boa qualidade), mas algo que não tira o quanto bom o CD é. Insurrection é a décima faixa e segue as pauladas com classe, mesma coisa de Terminally Unique, a sucessora de Insurrection.

To The End e Visitation continua o mesmo estilo, que, se você não tiver quase com um orgasmo e excitado com as canções anteriores vai começar a ficar entediado (as faixas soam melhores separadas), mas vale a pena esperar para a última música, aonde a banda encerra o seu lançamento desse ano com King Me, forte candidata a melhor do álbum, para mim fica entre ela e The Number Six. Começa diferente, e que começo! Depois de uma ótimo intro que faz você entrar em um clima, a paulada começa, com todo potencial da voz de Randy Blythe até o refrão, e que refrão! Destaques para a linha de bateria e para o feeling que a canção te passa, terminando o CD muito bem.

Resolution é um som pesado e simples, o que representa o metalcore, tal gênero que não é um dos meus favoritos, por isso talvez não me animei tanto com o disco, mas mesmo assim achei um grande lançamento e que muitos vão colocar no top 10 de melhores do ano, nada revolucionário, mas quem gosta de algo simples e pesado vai adorar. Recomendado quando você estiver com raiva, testado e aprovado!

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