Rise Against – Endgame (2011)

Origem: Estados Unidos
Gêneros: Hardcore Melódico, Punk Rock, Rock Alternativo
Gravadoras: DGC, Interscope

O grupo americano Rise Against lançou seu sexto disco em 11 de Março deste ano e foi produzido por Bill Stevenson. A banda de Chigaco, Illinois, foi formada em 1999 e o grupo consiste em Tim McIlrath (vocalista e guitarrista secundário), Zach Blair (guitarrista principal e backing vocals), Joe Principe (baixista e backing vocals) and Brandon Barnes (baterista e percussionista) e o som da banda, com muita pegada hardcore e não tende a fazer muitas frescuras (lê-se solos longos e baladas românticas), pelo menos neste lançamento.

O disco tem 12 faixas e duração um pouco superior a marca de 46 minutos. É um disco que a menor música é a faixa-título de 3:24, que aliás é a faixa de encerramento do disco e a maior, “Midnight Hands”, obtém a marca de 4:18, então a duração das faixas não é de grande importância. O álbum começa com a faixa “Architecs”, uma boa faixa para se começar um CD. Ouvindo o disco, sinto que qualquer música dele poderia ser considerada possíveis singles, pois nenhuma delas são ruins e todas funcionam tanto isoladas quanto em “família”, mas isoladamente elas soam melhores. É o tipo de disco que na primeira vez que você escuta você já sabe se gostou ou não. Não requer audições extras para saber se gostou ou não, se absorveu as ideias ou se ainda não as entendeu, sendo o tipo de disco chamado “fácil de escutar”. Ele também é simples, nada muito complexo, além de ter alguns momentos melódicos até irritantes, já que o vocalista não encaixa nesse tipo de som, porém possui momentos bem empolgante, e não possui faixas em destaques, mas alguns momentos merecem destaques, como os riffs de “Help Is On The Way”, de “Broken Mirrors” e de “A Glentleman’s Coup” e o baixo matador na intro da faixa-título. É um bom disco, mas apenas isso. Se você gosta de um som direto e que as vezes soa como se fosse parecido, Endgame do Rise Against é sua escolha.

15 pensamentos sobre “Rise Against – Endgame (2011)

  1. Quando eu indiquei sabia q vc não ia gostar, muito sem solos de 10 minutos pra vc xD
    Mas enfim, eu acho o CD muito bom (Eu diria que 4 de 5 :p) a parte inicial dele é muito épica, aí acho que depois de Satellite (Que aliás, pra mim é a melhor faixa disparada do disco e talvez da banda) dá uma queda na qualidade, nenhuma música realmente colou na minha cabeça (Só partes de Survivor’s Guilt e Broken Mirrors).
    Sobre as letras, tem várias mensagens legais (como Make it Stop que fala sobre bullying e tals e que no clipe eles falam até sobre o bullying que vc sofre Senna :P), mas no geral as mensagens sempre foram simples e diretas do Rise Against o que eu acho bem legal, odeio metáfroas complicadas em músicas pra falar coisas simples xD

    • Concordo que a partir de Satellite, o disco teve uma queda. Ficou mais melódico e as faixas não colaram tanto.

      E gostei das mensagens, como do bullying que eu sofro😛 Mas dificilmente reparo nas letras, pois dificilmente o músico faz uma música totalmente baseada na letra. Em outras palavras, fazer com que o som faça parte da letra, não o oposto, se é que você me entende.

      Já eu gosto de metáforas complicadas. Elas nos fazem pensar no que o autor tava pensando, ou tava fumando, cheirando, bebendo…😛

      • Tava pensando e…. VC DEU A MSM NOTA PRO CD DO FRESNO, DÊ MAIS 1/2* pro Rise Against ou menos meia pro Fresno ou você morrerá antes que outras pessoas consigam te matar! xD

      • Honestamente, o EP da Fresno soa mais diversificado, experimental e mais arriscado que o do Rise Against. E no quesito melodia vocal, o da Fresno dá um banho no do Rise Against, se você me entende!😛

  2. Bahh… Nunca procurei escutar, depois dessa análise ai do CD nem irei escutar esse CD auashuashasashuashu
    Ele não merece meus ouvidos😛
    E concordo com o Fukuji, ficou um pouco curta, mas esta boa

  3. Curta? Tenta ler isso enquanto você conversa com cinco pessoas no Skype às 3:30 da manhã… GRANDE PRA KCT!😛

    Esse CD não me agradou muito, curti até “Satellite” que é sem dúvida a melhor música do CD, servindo pra tema de tudo quanto é federação esportiva e evento esportivo, enfim, combina com tudo. Faz tempo que eu baixei o CD e nem tenho mais aqui, óbvio, e nem lembro o que tinha achado das outras faixas. Vou tentar ouvir mais uma vez, sem muitas esperanças, mas foda-se.

    E mano Senna, já te falei isso e ainda sugiro que você o faça: Faculdade de Jornalismo. Suas resenhas são muito objetivas e bem explicadas, tamanho nem importa cara, tá fazendo uma parada bem foda e que você gosta. Vai na fé irmão.

    • Muito obrigado por comentar, Marcus! E cara, eu realmente quero fazer faculdade de jornalismo. É algo que eu gosto. Só preciso me dar bem no ENEM!😀

      • Bom saber que minha enxeção de saco sobre este assunto o motivou e que mereço todo o crédito por esta escolha!😄

        Boa sorte mano!🙂

  4. Ouvindo esse álbum dá pra perceber uma certa “inspiração” que o Rise Against teve no Foo Fighters, parece muito um disco do Foo, e isso é bom e ruim, tirando o Wasting Light que é o álbum de 2011 deles, o resto da discografia do Foo Fighters sempre teve altos e baixos, músicas bem legais e boas mas músicas bem fracas e descartáveis também.
    Endgame acho que mostra um pouco isso, depois vo ouvir cada música separada, para ver se soa melhor como o Senna disse, mas como um todo não gostei muito, álbum regular.

    • Não vejo tanto influencia no Foo Fighters. Acho mais fácil a banda ter influência em Nirvana, que era algo mais Punk Rock (o que a banda é) do que Foo Fighters, uma banda que não tem elementos Hardcore (ao menos visíveis).

      • Foo Fighters não é Punk Rock, mas é Rock Alternativo, outro genêro visível no Rise Against. E o modo de se fazer as músicas me lembra muito também(tempo, base, bla bla).

      • Rock Alternativo é muito amplo. Bandas como Muse, Alter Bridge, Rise Against, Radiohead, Nirvana incluso são de Rock Alternativo e são totalmente diferentes uma das outras.

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